Fabrício Fernandes Andrade
Brasileiro
Cacoal-RONDÔNIA
Brasil, "ISSO É UMA VERGONHA!!!"
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Reflexões
Índice
Uma mera justificativa..........................................................................................
O cinema nacional – amor e ódio.........................................................................
O poder Legislativo tem vida Administrativa.......................................................
Brasil, "ISSO É UMA VERGONHA!!!"......................................................................
FNM: O caminho inverso.......................................................................................
Para onde os ônibus nos levam............................................................................
Uma mera justificativa
Ivan Gouveia[1]
"Penso, logo existo" (René Descartes), será verdade? Há quem tenha deixado, ou quase deixado de existir por pensar (Giordano Bruno, Galileu Galilei e outros). Para algumas pessoas, especialmente para alguns chefes da Igreja Católica, desde o Tribunal do Santo Ofício, pensar não é o pecado maior, mas a manifestação do pensamento o é. Refletir sobre assuntos que nos afetam no dia-a-dia torna-se um hábito essencial para a vida à medida que o indivíduo toma conhecimento de si como ser pensante que pode compor grupos com poder de mudança.
Ivan Gouveia
Nesta seção vou emitir minhas humildes opiniões sobre alguns assuntos. Como diz o outro: “Quem pediu tua opinião?” Não sei, mas a vontade de falar às vezes nos aflora e não conseguimos conter a língua, isto é, os dedos no teclado, porque algumas verdades tem de ser ditas. O objetivo da seção não é levantar polêmica além da que já se apoderou de alguns fatos importantes, mas suscitar o habito de refletir. De pessoas ilustres se dão ao trabalho de ouvir as opiniões e até requisitam-nas, mas de mim... Como estou meio enferrujado no ato de escrever, vou expor também textos importantes de colegas para que o caro internauta não encontre aqui apenas uma linha de raciocínio. Bem, vamos aos textos.
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O cinema nacional – amor e ódio
O cinema dos países do primeiro mundo, especialmente o norte-americano, é repleto de clichês e feito numa fôrma já meio surrada. Usada desde os tempos da vovó, mas que ainda faz filmes de muitos sabores. Saem os de pouco ou nenhum sabor também. Metáforas à parte, o cinema americano nem de longe esgotou sua fórmula. Ainda faz sentir calafrios, arranca gargalhadas, derruba lágrimas copiosas. Sobretudo, eles conseguem manter alguma dignidade no personagem tratado e, sem dúvida, é isso que faz toda a diferença. O tempo é usado em prol do roteiro e, às vezes, o que poderia ser uma seqüência de cenas, se resume num único gesto, num olhar, ou em gesto nenhum. Aí está a mágica da coisa. É resumido e eficaz. Em contrapartida, o cinema nacional é cheio de gestos exagerados, típicos do meio teatral. É como se ainda não tivesse evoluído deste, que me parece um meio intermediário na vida de um ator. Então o sujeito gesticula tanto que falta caírem-lhe os braços. Na vida real nós brasileiros, embora tenhamos comportamento bem diferente das gentes de outros países, não somos tão exagerados na gesticulação. Nosso cinema é, infelizmente, bem imaturo.
O cinema nacional sempre teve seus bons momentos, mas o que mais gosto de lembrar é o tempo do saudoso Amácio Mazzaropi, um verdadeiro gênio. Com seus personagens a um só tempo ingênuos e astuciosos, conquistou fãs de todas as idades. Quem não o conheceu, veja Mazzaropi quadro a quadro no link http://www.museumazzaropi.com.br/crono.htm. Mais recentemente o cinema brasileiro tentou parecer moderno e pretendeu até representar os eventos oriundos do mundo tecnológico atual. Mas, leda ilusão. Não temos ainda aparato para satisfazer tal ambição. Já nem falo na questão monetária, mas de cultura cinematográfica e de métodos.
Não adianta ter bons atores sem um diretor à altura. Há diretores que arrancam dos atores aquilo de que nem mesmo eles sabiam que eram capazes. Então, fora o dinheiro, e as máquinas, a boa mágica do cinema se dá com o perfeito casamento das capacidades dos atores com as do diretor. Daí vem a fluência da vida que parte da película projetada e prende o espectador firmemente à cadeira. Pondo-o em completo silêncio, ou fazendo-o gritar sem se dar contar. Não há quem não se renda a um bom filme, enfim a um bom espetáculo seja ele de qual forma for. Contudo, já ouvi muitas pessoas se queixando que o cinema nacional não presta, que nada se aproveita. A gente sabe que não é bem assim. Mas quem vai se emocionar, ou rir até, quando os personagens do filme ficam o tempo todo gritando “PORRA!” e outras palavras desagradáveis? Nessa hora quem me vale é o bom e velho amigo controle remoto. Não sejamos ingênuos ao ponto de pensar que tudo deve ser muito bem comportadinho e com linguajar hiper refinado, retratando uma coisa que não seja nossa realidade. Mas a realidade do povo brasileiro não é assim tão “escrachada”. Já morei em muitas cidades do Brasil e jamais acreditei que o cinema nacional (não é regra) retratasse o povo de alguma delas. Externamente não somos tão promíscuos quanto o nosso cinema nos retrata. E olha que já faz tempo que espero passar a ver mais filmes nacionais. Às vezes tenho de assistir filmes (sem a craseado mesmo). É que tenho de estar pronto para passar para frente ou mudar de canal em certas partes. A gente tem de lembrar que há crianças na sala.
As produções televisivas que mais se destacam no Brasil são as telenovelas. Estas são produções relativamente baratas em relação aos filmes, levando-se em conta o período de exposição das duas modalidades de espetáculo. Não adianta mudar de canal, a fórmula é praticamente a mesma. E tome telenovela! Quem agüenta? Se não tem outra coisa a fazer, a Internet passa a ser um substituto, pois na TV, com muitos jornais sensacionalistas, é perigoso vazar sangue da tela.
Feitas as pesadas críticas que, de fato, doem mais em mim, que quero poder me orgulhar do nosso cinema, assim como tenho orgulho de ser brasileiro, faço questão de lembrar que a gente não está aqui só para jogar pedras. Temos, sim, trabalhos dos quais podemos nos orgulhar como Tropa de Elite (filme forte e realista), Depois daquele baile (clima nostálgico e alegre), O Auto da Compadecida (excelentes atores), Trair e Coçar É Só Começar (boa comédia) e outros que serão citados mais tarde.
Se você leu até aqui, ou está me xingando ou gostou do que relatei. Por favor, não fique com raiva, pois em breve disponibilizarei um meio de você me criticar também. Por hora, obrigado.
Ivan Gouveia
Brasileiro
Cacoal-RONDÔNIA
O poder Legislativo tem vida Administrativa
Fabrício Fernandes Andrade
Brasileiro
Cacoal-RONDÔNIA
Brasil, "ISSO É UMA VERGONHA!!!"
Boris Casoy menospreza garis
Eis mais uma triste realidade. Vivemos em um país em que a maioria das pessoas são sub-assalariadas. Muita gente ganha salário mínimo, mas há quem ganhe bem menos que isso. Os bons empregos são muito concorridos e muitas vezes se precisa do famoso "empurrãozinho" de alguém que já é influente no local. A busca por emprego é uma batalha. É muito difícil de se fazer acreditado logo no início. Há quem fique numa verdadeira gangorra, pois quando mostra talento, às vezes falta escolaridade, o diploma enfim. Brasileiro que é brasileiro de fato nunca desiste. Passa por dificuldades e vai em frente. A vida muitas vezes é dura como uma luta de boxe e a pessoa pode não agüentar muitos "rounds". Quando não consegue as coisas dizem que não passa de um fracassado. Olha, que há mesmo quem não se esforce de verdade, mas a maioria luta até amenizar a situação. O sonho de ficar rico, salvo raras exceções, fica apenas para o glorioso dia em que for sorteado numa loteria. Enquanto isso tome trabalho, tome esperança. Que Deus é brasileiro ou poderia, um dia, se orgulhar de ser. Trabalho é trabalho. É esforço para se construir alguma coisa útil. Não tem trabalho menos digno ou mais digno que o outro. Indigno é roubar, matar, etc. Há trabalhos que exigem mais esforço que outros e que, lamentavelmente, resultem em menos proveito pecuniário. Entretanto, todo trabalho dignifica o trabalhador que, pelas mãos calejadas e pelo suor derramado de seu rosto põe à mesa o pão que nutre sua família. Eis aí uma boa parcela da felicidade do ser humano. Tudo transcorre como é tido por normal até que, lamentavelmente, um ser infeliz derrama seu rancor e menosprezo sobre nós brasileiros. Digo nós porque cada ser consciente dos direitos do cidadão, do respeito devido a cada trabalhador nesse país deve ter se indignado com as infelizes palavras do senhor Boris Casoy. Este, tido como um homem de moral inabalável e defensor dos direitos do cidadão, vomitou palavras duras contra os garis. Disse: "Que merda, dois lixeiros desejando felicidades... do alto de suas vassouras... Dois lixeiros... o mais baixo da escala do trabalho". Mostrou o quanto tem preconceito de classe social e outros mais. Aqueles dois garis podem não ter a formação acadêmica, mas certamente têm enlevação de alma que o senhor Boris parece jamais poder alcançar. Ah, deixassem de recolher o lixo da casa dele por uma semana e ele ia ver como ficaria! O lamentável episódio ocorreu bem no instante em que muitos de nós tentam, a todo custo, meter ao espírito um pouco de esperança para encarar o ano vindouro. O ser humano é difícil de se conhecer. Muita gente tem lá seus preconceitos quer seja de um tipo, quer seja de outro. Mas externá-los por quê? Para ferir alguém? Ou será que é por que alguns se acham melhores e acima de todos, que podem dizer o que bem querem? Acho que o senhor Boris Casoy não tem essas respostas. Mas eu digo uma coisa: todos somos suscetíveis de cometer erros. O que dizer o erro desse âncora da TV Band senão: "ISSO É UMA VERGONHA!!!". No mais, prefiro não sintonizar mais nessa emissora, pois quem teria estômago para encarar a imagem desse cidadão que é bem outra, quando não é devidamente editada.
Parabéns aos garis e a todos os trabalhadores dessa grande nação! Brasil! Feliz Ano Novo a todos!
Cacoal, Rondônia, Brasil
Sábado, 02 de janeiro de 2010.
Ivan Gouveia
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FNM: O caminho inverso

Miniatura do caminhão FNM D 11.000
Quem conhece a história dos FNMs, sabe que eles eram produzidos na Fábrica Nacional de Motores em Xerém, Rio de Janeiro. Sendo um caminhão robusto e resistente, chegou a compor mais de 50% da frota nacional de caminhões no auge de sua produção. Com uma aparência marcante e um ronco peculiar do motor, era facilmente distinguido dos demais caminhões. Enfrentou desafios num Brasil de estradas escassas e mal conservadas. Participou da construção de Brasília e, apelidado de João Bobo, não enjeitou carga para qual fosse o destino neste Brasil. Tomou o apelido pelo próprio fato de levar tudo quanto pusessem em sua carroceria. Correu o tempo e hoje não existem muitos deles no trabalho, sendo que a maioria do que resta deles estão nas mãos de colecionadores.
Pois bem, os FNMs vieram do Rio de Janeiro e, nesta semana, senti-me muito honrado de mandar a primeira miniatura para aquela capital. O FNM pegou o caminho inverso e retornou para sua terra natal. É quase como o filho pródigo que regressa ao lar. Mas não, o FNM não é assim. Então deve ser como o soldado que retorna depois de feitos gloriosos. Assim partiu a miniaturam feita pelas mãos de um artesão humilde e dedicado, que é este que está escrevendo este texto. Modéstia à parte, a miniatura recebeu um generoso elogio do comprador, tendo ele ficado de confirmar outras encomendas. Embora eu não tencione ficar fabricando essas miniaturas para venda, isso traz certo orgulho de produzir algo que, por tudo aquilo que representou para o progresso no transporte de cargas no Brasil, traga boas lembranças às pessoas.
Com um quase injustificável apego por máquinas e
outros mecanismos engenhosos, faço miniaturas artesanais de carros e caminhões.
Porém nenhuma miniaturar me põe mais a divagar do que a do FNM. Tenho estudado
bastante digamos a “anatomia”
desse
caminhão, mas como se vê, ainda tenho muito que melhorar. Foi, aliás, como
escritor amador que, tendo iniciado o esboço de um romance que aborda a vida nas
estradas precárias do Brasil dos anos 70, comecei a fazer uma miniatura de FNM D
11000. Esta servir-me-ia ao propósito da ambientação em torno do caminhão.
Contudo, a história permanece inacabada e parada, que o tempo é uma mercadoria
cara e que não se pode manter. O correr pelas coisas que nos vem por obrigação
não deixa muito espaço para aquelas outras que nos caem apenas por deleite ou
capricho.
Cacoal, Rondônia, Brasil
Terça-feira, 06 de abril de 2010.
Ivan Gouveia
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Para onde os ônibus nos levam
Uma crônica fora de ordem e inacabada
Entro no ônibus sob um sol tão brilhante quanto quente. As rodas giram sobre o asfalto escaldante. Fora isso, nada de extraordinário acontece. Mas o hábito de meter ao papel pensamentos entrecortados em forma hieroglífica me pega desprevenido. Tenho aqui o papel, mas dou pela falta da caneta. Preciso conseguir uma na próxima parada, vou pensando.
O barulho monótono do interior do veículo costuma me pôr sonolento. De repente, me pego a observar as árvores que passam por mim, ou antes, sou eu quem passa por elas. Ponto em que penso sobre a relatividade do referencial. Afinal, não faz nenhum sentido. Eis que é só divagação engendrada pelo costumeiro ato de ocupar a mente com algum pensamento. Expediente que busca, em vão, encurtar a viagem.
Uma senhora de idade já avançada senta-se ao meu lado. Resmunga algo que não consigo entender. Depois passa a falar sobre a família. Intercala a conversa com aquele algo que eu não entendera. Nem dessa vez pude entender. Que ela teria dito? Não ouso perguntar. Vejo nela traços de uma vida corrida com certa candura e humildade. De pessoa que ama e é amada lá pelos que a conhecem. Falou muito mais sobre si mesma e sobre a família. Sempre repetindo o que para mim parecia um resmungo, porque era pronunciado em tom mais baixo, como se dissesse de si para si. Fico curioso sobre as palavras ininteligíveis para mim. Porém, eis que agora noto com certa clareza que ela diz: Aleluia! Amém, Jesus! Então era isso... Ora, como não entendi? Sempre perguntando o nome de cada cidade e vilarejo por onde passamos, como quem nunca tinha vindo por esse lado a que vamos, finalmente, numa dada encruzilhada dos caminhos, numa estação rodoviária, ela nos deixa. Vai com Deus e Jesus, também com o motorista e os passageiros daquele outro ônibus.
Depois de algum tempo a observar o horizonte com um olhar desprovido de senso, principio a pensar sobre a efemeridade da vida. Ri comigo: no ônibus, exceto o motorista, tudo é passageiro. Não é assim com a vida também? Não são os motoristas da vida senão a consciência e a vontade? Agora a grama verdejante passa rápido lá fora. Grama e palmeira o tempo todo. Finalmente, palmeira e grama. Estou mais sonolento.
Uma charmosa jovem toma o lugar da velha e encantadora senhora. Traz ao colo uma criança que julgo ter senão um ano de idade. Fala em bom tom e aparenta ser boa mãe. A criança se estressa com o barulho e o calor demasiado. Com janelas lacradas e aparelho condicionador de ar defeituoso, torna-se terrível a viagem, com muita estrada ainda pela frente. Vou tirar um tempo para reclamar com a empresa de ônibus, penso. Sou um esporádico usuário desse meio de transporte e como brasileiro típico, é possível que deixe a reclamação para os usuários de todos os dias, concluo. É assim que as coisas costumam acontecer. Quem se importa? Continua abafado. Novamente palmeiras e grama. Agora algumas placas. Outra cidade. Dois dias longe de casa trouxeram muita ansiedade de voltar. Lá fora as pessoas de muitos lugares diferentes correm para embarcar. Gente marcada pela vida, com semblantes cansados, alguns até com cicatrizes na face. Outros aparentam tê-las no espírito, marcadas para uma vida inteira. Essas pessoas vêm de muitos lugares, vão para muitos lugares. Aqui é o ponto de encontro, mas ninguém se encontra. Questionar sobre para onde os ônibus nos levam me arremete à efemeridade da vida. Sobre um outro destino. Uma outra estação em algum lugar distante no cosmos. De onde não se espera ou não se pretende voltar. A estrada pelo éter onde a única bagagem são as recordações. Penso na vida como uma viagem maior. Como seria partir sem ter deixado as marcas da planta dos pés aqui nesse mundo. De novo o asfalto fumegante. Ontem, visto da janela do hotel, tudo era muito estático, refletia paisagens de um lugar que jamais conheci. Agora, pela janela da condução, tudo se move rápido, algo nauseante até. Nem o céu parece parado. A poltrona ao meu lado está vazia. Passam rapidamente pela memória trechos das falas das duas mulheres que estiveram ali. As da primeira martelam como que para se fixarem, a fazerem para si algumas escassas sinapses. Batalham em vão. Nunca tive muita amizade com Jesus, nem gosto de falar com Deus. As pessoas o fazem. É assim que as coisas são. Para mim só conta aquilo que se pode fazer por meio do trabalho, conhecimento e bom senso. Cai a tarde ainda mais sonolenta por causa da mistura do ruído monótono do veículo com a mórbida paisagem, que se alterna entre a penumbra e uma réstia de sol. Afinal estou mais perto de casa. O ânimo para a escrita se esmaece como as matizes no céu que se refletem no vidro da janela. Há vezes em que a metafísica se faz insuficiente e cansativa, como fuga a mente se perde com futilidades. Eis que, em dado momento, me pego lendo instruções para uso do banheiro. Está decidido que não vou mais escrever. Entretanto, não fique o leitor tão entusiasmado: não vou mais escrever por ora. A caneta vai para o bolso junto com a folha rabiscada e amassada. Só espero que todos façam uma boa viagem.
Cacoal, Rondônia, Brasil
Quinta-feira, 06 de maio de 2010.
Ivan Gouveia
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[1] Pós-graduado em Redes de Computadores pela FACIMED - Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal. Graduado em Tecnologia da Informação pela UNESC - União das Escolas Superiores de Cacoal. Tem CCNA (Cisco) como curso complementar de Redes de Computadores. Profissional da área de Eletrônica e de Programação de Computadores.